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Desenvolvimento de Softwares

Um software de automação industrial é o conjunto de programas e sistemas responsáveis por monitorar, controlar e otimizar processos produtivos em fábricas, máquinas e plantas industriais.


Ele atua como o “cérebro digital” da automação, conectando sensores, controladores (como CLPs), interfaces homem-máquina (IHMs), supervisórios (SCADA) e bancos de dados corporativos.


  • Controle de processos: O software envia comandos para atuadores e recebe dados de sensores, garantindo que variáveis como temperatura, pressão, nível e velocidade permaneçam dentro dos parâmetros desejados.
  • Supervisão e monitoramento: Permite visualizar em tempo real o estado das máquinas, alarmes e indicadores de produção, facilitando a tomada de decisões e a detecção rápida de falhas.
  • Integração de sistemas: Conecta diferentes equipamentos, protocolos e níveis da pirâmide de automação (do chão de fábrica ao sistema de gestão – ERP, MES, etc.), permitindo uma operação coordenada e eficiente.
  • Análise e otimização: Coleta e armazena dados históricos, possibilitando análises de desempenho, relatórios de produtividade e manutenção preditiva.
  • Segurança e rastreabilidade: Garante que os processos sigam parâmetros seguros e permite rastrear eventos e lotes de produção, atendendo a normas de qualidade e auditorias.


A HSN Automation projeta, desenvolve, comissiona e suporta soluções baseadas em software para automação industrial. Estando localizado na região norte de Santa Catarina atendemos ativamente indústrias nas cidades de Jaraguá do Sul, Joinville, Blumenau, São Bento do Sul, itajaí, Brusque, entre muitas outras. Nossos clientes incluem indústrias de processos e de transformação, fabricantes de máquinas, instituições de pesquisa, entre outros.

Nosso Processo

Nossos processos são estruturados. Categorizamos os desenvolvimentos de software em sete etapas dependentes e sequenciais. Elas são fundamentais para garantir que a nossa proposta de qualidade seja plenamente atendida.

Esta etapa é o ponto de partida de todo o projeto.


Envolve o levantamento detalhado das necessidades do cliente, análise do processo industrial e definição das funções e objetivos do sistema de automação.

São definidos o comportamento esperado das máquinas, os modos de operação (manual, semiautomático, automático), os alarmes, permissões e níveis de segurança.

Também são especificados os equipamentos envolvidos (CLPs, IHMs, robôs, sensores, supervisórios, redes e bancos de dados).


Objetivo: transformar as necessidades do cliente em requisitos técnicos e funcionais claros, que servirão de base para o desenvolvimento do software.

Com o escopo definido, é elaborada a arquitetura lógica do sistema, ou seja, a estrutura de software que organizará o projeto.


Nesta fase são definidos:

  • A estrutura modular dos programas (rotinas, blocos funcionais, tarefas e estados);
  • O padrão de nomenclatura de variáveis e blocos;
  • O fluxo de dados entre CLP, IHM, robôs e supervisórios;
  • O mapeamento de endereços físicos e lógicos;
  • O plano de comunicação entre dispositivos e protocolos utilizados (Modbus TCP, Profinet, OPC UA, etc.).


Objetivo: criar uma base organizada que facilite o desenvolvimento, manutenção e expansão futura do sistema.

Nesta etapa é realizada a programação efetiva de todos os módulos do sistema.


Inclui:

  • CLP: criação de lógicas de controle, intertravamentos, alarmes, temporizações e sequenciamentos.
  • IHM: desenvolvimento das telas de operação, alarmes, indicadores, setpoints e comandos.
  • Robô: programação de trajetórias, pontos de trabalho, rotinas de segurança e comunicação com o CLP.
  • Supervisório (SCADA): configuração de variáveis, gráficos, relatórios, registros históricos e permissões de usuário.


Objetivo: traduzir o projeto lógico em código executável e funcional, seguindo boas práticas de automação industrial.

Os testes offline consistem em simulações realizadas sem a planta física, geralmente em bancada ou ambiente virtual.


O programador verifica o funcionamento das rotinas, transições de estados e respostas lógicas com base em valores simulados.

Em IHMs e supervisórios, são testadas telas, comandos e alarmes.

No caso de robôs, podem ser realizadas simulações 3D do movimento e alcance.


Objetivo: identificar e corrigir erros de lógica antes de conectar o software aos equipamentos reais, reduzindo riscos e tempo de campo.

Nesta etapa o software é conectado ao hardware real: CLP, IHM, robô, sensores e atuadores.


O programador realiza o I/O Check (verificação de entradas e saídas), ajusta tempos de resposta e calibra sensores e variáveis de processo.

Também é verificada a comunicação entre os dispositivos e a integridade das funções de segurança.


Objetivo: confirmar que o software interage corretamente com o sistema físico e que os sinais e comandos respondem conforme o esperado.

O comissionamento ocorre no ambiente final de operação (chão de fábrica).


Nesta etapa o sistema é colocado em funcionamento sob condições reais de produção.

São ajustados tempos de ciclo, parâmetros de controle e limites de segurança.

O software passa por um acompanhamento intensivo para garantir estabilidade, produtividade e segurança.


Objetivo: validar o funcionamento integral do sistema e entregar a solução totalmente operacional ao cliente.

Após a entrega, inicia-se a fase de acompanhamento pós-instalação.


O acompanhamento garante o bom desempenho do sistema e oferece:

  • Ajustes finos de programação;
  • Treinamento de operadores e manutenção;
  • Correção de falhas e atualizações de software;
  • Assistência remota e monitoramento de desempenho.


Objetivo: assegurar a confiabilidade contínua do sistema, minimizar paradas e manter a satisfação do cliente.

Proposta de Qualidade

Nossa proposta de qualidade no fornecimento de softwares é garantir o funcionamento seguro, confiável e automatizado de máquinas, equipamentos e instalações industriais.

Garantir a integridade dos operadores, do patrimônio e dos dados, cumprindo as normas técnicas e regulamentadoras.

Reduzir significantemente a probabilidade de falhas e interrupções de produção, mantendo uma operação contínua e previsível.

Permitir automatizar tarefas repetitivas, aumentando a produtividade, qualidade e rastreabilidade.

Reduzir as paradas, facilitar a identificação de diagnóstico e agilizar reparos através de um software estruturado, bem depurado (livre de bugs) e padronizado, seguindo as diretrizes internacionais da plcopen.org.

Prover sistemas flexíveis e seguros, permitindo comunicação industrial com protocolos de referência, como EtherCAT, PROFINET, Ethernet/IP, OPC-UA, Modbus, integrando com sistemas de supervisão, ERP e IIoT.

Entregar soluções eficientes, com aplicações orientadas à eficiência operacional, com navegação rápida, acessibilidade, ergonomia visual e operacional, objetivando conformidade com ANSI/ISA-101 e ISO 9241.

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Áreas de Aplicação

Membro EtherCAT

Em 2025 a HSN Automation passou a integrar ao quadro de membros do EtherCAT Technology Group (ethercat.org). Com visão a longo prazo, desde já buscamos manter relacionamento com entidades tecnológicas de alta relevância e que nos permitam prover soluções mais avançadas e diferenciadas aos nossos clientes. Colaboramos junto ao ETG para aprimorar a tecnologia, expandir sua aplicação em diversas indústrias e garantir a implementação eficiente do EtherCAT em sistemas de controle e automação em nossos projetos e produtos.

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